
Como muitos devem estar percebendo Spore está sendo mais divulgado do que o fenômeno GTA IV. Até a VEJA na sua edição especial de tecnologia dedicou seis páginas para uma colorida entrevista com Will Wright (designer de jogos como Spore, The Sims e Simcity). Mas será que o jogo é tudo isso mesmo ou a imprensa mais um vez entra em um mundo que eles não conhecem muito bem?
O jogo é dividido em 5 fases: Célula, Criatura, Tribal, Civilização e Espacial. Esse desenvolvimento é bem mais curto do que parece. Em todas essas fases você e pode escolher socializar ou destruir. Não muito diferente de outros títulos, destruir é bem mais rápido e divertido, apenas na fase espacial você encontra sérias consequências se sair destruindo tudo por ai.
É divertido sim ver a célula que você criou crescer, ganhar novas partes e evoluir até explorar o universo. Mas algumas fases do jogo podem não serem tão legais quanto parecem, e te deixam pensando se eles fizeram as fases de tribo e civilização de qualquer jeito. Elas chegam a parecerem uma versão muito simplificada de Age of Empires e se você quer logo ver sua criatura evoluir, dominar tribos e cidades pode ser irritante apesar de rápido. Esse problema é facilmente resolvido já que depois que você abrir as fases na sequência, não é mais preciso passar por cada uma de novo quando você for criar um planeta, ao invés disso, você pode escolher em qual começar.
O auge no jogo está mesmo na fase de criatura, espacial e nas ferramentas de criação. Criar seu proprio animal, prédios, barcos, carros, aeronaves e espacionaves pode ser muito interessante. Você logo percebera que nunca uma criação sua ficara igual a outra. Spore pode não ser tudo aquilo que esperávamos, porém é um jogo que merece que você gaste algumas horas nele.
xDeniz GameManíaco!



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